O que o Brasil vendeu para Egito e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e Egito em janeiro–julho 2026 registrou superávit de US$ 997,1 milhões para o Brasil, com exportações de US$ 2,05 bilhões e importações de US$ 1,05 bilhão. O Brasil vende quase o dobro do que compra.
A exportação é de alimento e insumo básico: milho lidera com US$ 568,0 milhões, seguido de minérios de ferro (US$ 370,8 milhões), soja, carne bovina congelada e açúcar. A importação é petroquímica e de fertilizante, com fosfatados à frente (US$ 267,9 milhões). Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com Egito, o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com superávit de US$ 1,33bi.
O Brasil vendeu US$ 2,52bi e comprou US$ 1,19bi, em 430 posições SH4 com dado.
O superávit brasileiro é de US$ 997,1 milhões: US$ 2,05 bilhões exportados contra US$ 1,05 bilhão importados. A diferença equivale a cerca de 32% da corrente de comércio bilateral no período.
Milho lidera com US$ 568,0 milhões, cerca de 28% da pauta, seguido de minérios de ferro (US$ 370,8 milhões), soja (US$ 217,0 milhões), carne bovina congelada (US$ 191,4 milhões) e açúcar de cana (US$ 166,0 milhões). Os cinco somam US$ 1,51 bilhão.
Fertilizantes fosfatados lideram com US$ 267,9 milhões, seguidos de polímeros de etileno (US$ 113,2 milhões), de cloreto de vinila (US$ 77,1 milhões), derivados de petróleo (US$ 72,2 milhões) e polímeros de propileno (US$ 68,2 milhões). Petroquímica e fertilizante dominam.
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O dado do comércio exterior sai uma vez por mês. No Pro o resumo deste recorte chega por e-mail quando ele muda, em vez de você voltar aqui para conferir.
Ver o que o Pro incluiSão 409 capítulos SH4 com movimento, um dos menores números entre os 30 maiores parceiros. O comércio se concentra em alimento e insumo agrícola de grande volume, sem a cauda longa de manufaturas que aparece nas relações com parceiros industriais.