O que o Brasil vendeu para Argentina e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e Argentina em janeiro–julho 2026 registrou superávit de US$ 1,22 bilhão para o Brasil, com exportações de US$ 8,76 bilhões e importações de US$ 7,55 bilhões. É a relação mais equilibrada entre os grandes parceiros brasileiros, com os dois fluxos separados por menos de 14%.
A pauta é dominada pelo setor automotivo nos dois sentidos: o Brasil vende automóveis de passageiros (US$ 1,65 bilhão) e partes de veículos, e compra veículos de carga (US$ 1,99 bilhão) e automóveis. Trigo, polímeros e leite completam a importação. Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com Argentina, o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com superávit de US$ 1,58bi.
O Brasil vendeu US$ 10,23bi e comprou US$ 8,65bi, em 1.019 posições SH4 com dado.
O superávit brasileiro é de US$ 1,22 bilhão: US$ 8,76 bilhões exportados contra US$ 7,55 bilhões importados. A diferença equivale a cerca de 7% da corrente de comércio bilateral, o que faz desta a mais simétrica das grandes relações do Brasil.
Automóveis de passageiros lideram com US$ 1,65 bilhão, seguidos de partes e acessórios de veículos (US$ 635,8 milhões) e veículos de carga (US$ 473,3 milhões). Os três são do mesmo complexo automotivo e somam US$ 2,76 bilhões, quase um terço da exportação brasileira ao país.
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O dado do comércio exterior sai uma vez por mês. No Pro o resumo deste recorte chega por e-mail quando ele muda, em vez de você voltar aqui para conferir.
Ver o que o Pro incluiVeículos de transporte de mercadorias lideram com US$ 1,99 bilhão, à frente de automóveis de passageiros (US$ 787,1 milhões) e trigo (US$ 564,9 milhões). O trigo é o principal item agrícola da pauta e o que mais varia entre safras, diferente do bloco automotivo, que responde a ciclos industriais.
É comércio intraindustrial dentro de uma cadeia integrada: o Brasil vendeu US$ 1,65 bilhão em automóveis de passageiros e comprou US$ 787,1 milhões do mesmo capítulo, enquanto em veículos de carga o fluxo se inverte — US$ 473,3 milhões vendidos contra US$ 1,99 bilhão comprados. Cada país concentra montagem de portes diferentes.