O que o Brasil vendeu para Japão e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e Japão em janeiro–julho 2026 registrou superávit de US$ 112,6 milhões para o Brasil, com exportações de US$ 3,52 bilhões e importações de US$ 3,41 bilhões. É a relação mais simétrica entre os grandes parceiros do país: os dois fluxos ficam a menos de 4% um do outro.
A pauta brasileira é agroalimentar e mineral — carnes de aves (US$ 722,8 milhões), minério de ferro, café, carne suína e alumínio. A japonesa é industrial e concentrada: partes de veículos respondem sozinhas por US$ 561,5 milhões da importação. Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com Japão, o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com superávit de US$ 118,98mi.
O Brasil vendeu US$ 4,00bi e comprou US$ 3,88bi, em 908 posições SH4 com dado.
O superávit brasileiro é de US$ 112,6 milhões: US$ 3,52 bilhões exportados contra US$ 3,41 bilhões importados. A diferença é de apenas 1,6% da corrente de comércio bilateral — praticamente um empate, o que torna esta a relação mais equilibrada entre os grandes parceiros do Brasil.
Carnes de aves lideram com US$ 722,8 milhões, seguidas de minérios de ferro (US$ 593,0 milhões), café (US$ 400,6 milhões) e carne suína (US$ 369,1 milhões). Alumínio em formas brutas completa os cinco maiores com US$ 323,0 milhões — pauta de alimentos e metais básicos.
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O dado do comércio exterior sai uma vez por mês. No Pro o resumo deste recorte chega por e-mail quando ele muda, em vez de você voltar aqui para conferir.
Ver o que o Pro incluiPartes e acessórios de veículos lideram com US$ 561,5 milhões, bem à frente de hemoderivados (US$ 146,3 milhões), circuitos integrados (US$ 141,4 milhões) e motores de pistão (US$ 139,0 milhões). A importação é industrial, ligada às cadeias automotiva e eletrônica.
São 894 capítulos SH4 com movimento na janela. Nenhum item domina a conta: o maior da exportação, carnes de aves, responde por cerca de 21% do total, e o maior da importação, partes de veículos, por cerca de 16%.