O que o Brasil vendeu para Coreia do Sul e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e Coreia do Sul em janeiro–julho 2026 foi deficitária para o lado brasileiro em US$ 3,75 bilhões, com exportações de US$ 2,90 bilhões e importações de US$ 6,65 bilhões. O Brasil compra 2,3 vezes o que vende, um dos desequilíbrios mais marcados entre os parceiros asiáticos.
O déficit tem origem concentrada: embarcações e estruturas flutuantes respondem sozinhas por US$ 2,43 bilhões da importação, e circuitos integrados por US$ 1,76 bilhão — juntos, 63% de tudo que o Brasil comprou. A exportação brasileira é a de sempre: petróleo bruto, minério de ferro e farelo de soja. Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com Coreia do Sul, o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com déficit de US$ 4,15bi.
O Brasil vendeu US$ 3,25bi e comprou US$ 7,41bi, em 783 posições SH4 com dado.
O Brasil acumula déficit de US$ 3,75 bilhões: exportou US$ 2,90 bilhões e importou US$ 6,65 bilhões. A importação equivale a 2,3 vezes a exportação, e a diferença é maior que o próprio valor exportado no período.
Dois capítulos concentram a conta: embarcações, dragas e estruturas flutuantes somam US$ 2,43 bilhões e circuitos integrados, US$ 1,76 bilhão — juntos US$ 4,19 bilhões, ou 63% da importação total. São bens de capital de valor unitário alto, que chegam em poucos embarques e podem mover o saldo de um mês inteiro.
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O dado do comércio exterior sai uma vez por mês. No Pro o resumo deste recorte chega por e-mail quando ele muda, em vez de você voltar aqui para conferir.
Ver o que o Pro incluiÓleos brutos de petróleo lideram com US$ 801,9 milhões, seguidos de minérios de ferro (US$ 445,4 milhões) e farelo de soja (US$ 274,4 milhões). Carnes de aves aparecem logo depois, com US$ 267,3 milhões — a pauta é integralmente de commodities primárias.
São 770 capítulos SH4 com movimento na janela, número menor que o dos maiores parceiros do Brasil. Combinado à concentração de US$ 4,19 bilhões em apenas dois capítulos importados, o perfil é de uma relação especializada, não difusa.