O que o Brasil vendeu para México e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e México em janeiro–julho 2026 registrou superávit de US$ 503,4 milhões para o Brasil, com exportações de US$ 4,86 bilhões e importações de US$ 4,36 bilhões. É uma das relações mais equilibradas do comércio exterior brasileiro, com os dois fluxos separados por pouco mais de 11%.
O comércio é dominado pelo complexo automotivo e de máquinas nos dois sentidos, e a exportação brasileira acrescenta proteína animal: soja, carnes de aves e carne bovina congelada aparecem entre os cinco maiores itens. Do lado importado, máquinas de processamento de dados lideram. Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com México, o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com superávit de US$ 611,31mi.
O Brasil vendeu US$ 5,71bi e comprou US$ 5,10bi, em 841 posições SH4 com dado.
O superávit brasileiro é de US$ 503,4 milhões: US$ 4,86 bilhões exportados contra US$ 4,36 bilhões importados. A diferença equivale a cerca de 5% da corrente de comércio bilateral, o que faz desta uma das relações mais simétricas do Brasil no período.
Soja lidera com US$ 680,9 milhões, seguida de carnes de aves (US$ 347,2 milhões), veículos de carga (US$ 304,5 milhões) e automóveis de passageiros (US$ 290,4 milhões). A pauta combina agro e automotivo, sem que nenhum item ultrapasse 15% do total exportado.
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O dado do comércio exterior sai uma vez por mês. No Pro o resumo deste recorte chega por e-mail quando ele muda, em vez de você voltar aqui para conferir.
Ver o que o Pro incluiMáquinas de processamento de dados lideram com US$ 770,3 milhões, seguidas de automóveis de passageiros (US$ 594,8 milhões) e partes de veículos (US$ 515,2 milhões). O bloco automotivo somado — automóveis, partes e veículos de carga — chega a US$ 1,34 bilhão, quase um terço da importação.
É comércio intraindustrial entre duas bases de montagem: o Brasil vendeu US$ 290,4 milhões em automóveis de passageiros e comprou US$ 594,8 milhões do mesmo capítulo; em veículos de carga, vendeu US$ 304,5 milhões e comprou US$ 227,3 milhões. Cada país concentra modelos e portes diferentes dentro da mesma cadeia.