O que o Brasil vendeu para Arábia Saudita e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e Arábia Saudita em janeiro–julho 2026 foi deficitária para o lado brasileiro em US$ 273,3 milhões, com exportações de US$ 1,79 bilhão e importações de US$ 2,06 bilhões.
A troca é clássica: o Brasil vende alimento — carnes de aves lideram com US$ 611,5 milhões, seguidas de açúcar (US$ 399,6 milhões) e carne bovina congelada — e compra energia e derivados, com petróleo bruto respondendo por US$ 1,16 bilhão, mais da metade da importação. Fertilizantes e polímeros completam a conta. Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com Arábia Saudita, o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com déficit de US$ 244,43mi.
O Brasil vendeu US$ 2,15bi e comprou US$ 2,39bi, em 452 posições SH4 com dado.
O Brasil registra déficit de US$ 273,3 milhões: exportou US$ 1,79 bilhão e importou US$ 2,06 bilhões. A diferença equivale a cerca de 7% da corrente de comércio bilateral, um desequilíbrio modesto.
Carnes de aves lideram com US$ 611,5 milhões, cerca de 34% da pauta, seguidas de açúcar de cana (US$ 399,6 milhões) e carne bovina congelada (US$ 175,7 milhões). Somando carne bovina fresca (US$ 66,3 milhões), o bloco de proteína animal chega a US$ 853,5 milhões.
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O dado do comércio exterior sai uma vez por mês. No Pro o resumo deste recorte chega por e-mail quando ele muda, em vez de você voltar aqui para conferir.
Ver o que o Pro incluiÓleos brutos de petróleo lideram com US$ 1,16 bilhão, mais da metade dos US$ 2,06 bilhões importados. Depois vêm derivados de petróleo (US$ 255,0 milhões), fertilizantes com dois ou três elementos (US$ 217,2 milhões) e polímeros de etileno (US$ 142,3 milhões).
São 435 capítulos SH4 com movimento, um dos menores números entre os 30 maiores parceiros. O comércio se concentra em poucas linhas de grande valor: petróleo de um lado, proteína e açúcar do outro, sem a cauda longa de manufaturas que aparece nas relações com Europa e Ásia industrial.