O que o Brasil vendeu para Chile e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e Chile em janeiro–julho 2026 registrou superávit de US$ 1,02 bilhão para o Brasil, com exportações de US$ 4,07 bilhões e importações de US$ 3,06 bilhões. É uma relação equilibrada e de pauta bem definida dos dois lados.
O Brasil vende energia e proteína: petróleo bruto (US$ 1,00 bilhão) e quatro capítulos de carne — bovina fresca, suína e de aves — entre os cinco maiores. O Chile vende cobre refinado (US$ 1,45 bilhão), pescado fresco, molibdênio e vinho. Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com Chile, o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com superávit de US$ 951,37mi.
O Brasil vendeu US$ 4,48bi e comprou US$ 3,53bi, em 904 posições SH4 com dado.
O superávit brasileiro é de US$ 1,02 bilhão: US$ 4,07 bilhões exportados contra US$ 3,06 bilhões importados. A diferença equivale a cerca de 14% da corrente de comércio bilateral no período.
Óleos brutos de petróleo lideram com US$ 1,00 bilhão, seguidos de carne bovina fresca ou refrigerada (US$ 420,3 milhões) e veículos de carga (US$ 200,2 milhões). Somando carne suína (US$ 166,6 milhões) e de aves (US$ 143,4 milhões), o bloco de proteína animal chega a US$ 730,3 milhões.
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O dado do comércio exterior sai uma vez por mês. No Pro o resumo deste recorte chega por e-mail quando ele muda, em vez de você voltar aqui para conferir.
Ver o que o Pro incluiCobre refinado lidera com US$ 1,45 bilhão, quase metade de toda a importação de US$ 3,06 bilhões. Depois vêm peixes frescos (US$ 534,2 milhões), minérios de molibdênio (US$ 173,6 milhões) e vinhos (US$ 127,7 milhões) — uma pauta bem característica da economia chilena.
Os US$ 1,45 bilhão de cobre refinado representam 47% da importação brasileira do país. É o item cuja variação isolada mais move o saldo bilateral: uma oscilação de preço no cobre altera a conta antes de qualquer outro capítulo da pauta.