O que o Brasil vendeu para Bélgica e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e Bélgica em janeiro–julho 2026 registrou superávit de US$ 988,3 milhões para o Brasil, com exportações de US$ 2,29 bilhões e importações de US$ 1,30 bilhão. O Brasil vende cerca de 1,8 vez o que compra.
A pauta exportadora é agroalimentar e bem distribuída: café lidera com US$ 489,5 milhões, seguido de tabaco não manufaturado (US$ 328,1 milhões) e sucos de frutas (US$ 299,4 milhões). Do lado importado, hemoderivados e platina em formas brutas concentram mais de um terço da conta. Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com Bélgica, o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com superávit de US$ 1,25bi.
O Brasil vendeu US$ 2,74bi e comprou US$ 1,49bi, em 787 posições SH4 com dado.
O superávit brasileiro é de US$ 988,3 milhões: US$ 2,29 bilhões exportados contra US$ 1,30 bilhão importados. A diferença equivale a cerca de 28% da corrente de comércio bilateral no período.
Café lidera com US$ 489,5 milhões, cerca de 21% da pauta, seguido de tabaco não manufaturado (US$ 328,1 milhões), sucos de frutas (US$ 299,4 milhões), ferro-ligas (US$ 100,9 milhões) e minérios de ferro (US$ 94,2 milhões).
Hemoderivados lideram com US$ 263,5 milhões, seguidos de platina em formas brutas (US$ 227,1 milhões). Os dois somam US$ 490,6 milhões, cerca de 38% dos US$ 1,30 bilhão importados; depois vêm hortícolas preparados, automóveis e defensivos agrícolas.
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Ver o que o Pro incluiSão 774 capítulos SH4 com movimento na janela. A exportação é bem distribuída — os três maiores itens somam US$ 1,12 bilhão, menos da metade do total —, o que torna esta relação menos sensível à variação de um único produto.