O que o Brasil vendeu para Países Baixos (Holanda) e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e Países Baixos em janeiro–julho 2026 registrou superávit de US$ 5,24 bilhões para o Brasil, com exportações de US$ 7,00 bilhões e importações de US$ 1,76 bilhão. O Brasil vende quase quatro vezes o que compra — a maior razão entre os grandes parceiros europeus.
A pauta exportadora é de commodities com destino europeu amplo: petróleo bruto (US$ 1,56 bilhão), soja, farelo de soja, celulose e ferro-ligas. Boa parte desse volume não fica no país — os portos holandeses funcionam como porta de entrada do continente, e o destino final costuma ser outro. Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com Países Baixos (Holanda), o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com superávit de US$ 6,12bi.
O Brasil vendeu US$ 8,28bi e comprou US$ 2,16bi, em 862 posições SH4 com dado.
O superávit brasileiro é de US$ 5,24 bilhões: US$ 7,00 bilhões exportados contra US$ 1,76 bilhão importados. A exportação equivale a quase quatro vezes a importação, o desequilíbrio relativo mais favorável ao Brasil entre os parceiros europeus de grande porte.
Óleos brutos de petróleo lideram com US$ 1,56 bilhão, seguidos de soja (US$ 859,0 milhões), farelo de soja (US$ 404,4 milhões) e celulose (US$ 398,1 milhões). Os quatro somam US$ 3,22 bilhões, cerca de 46% da pauta — todos produtos de baixo processamento.
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O dado do comércio exterior sai uma vez por mês. No Pro o resumo deste recorte chega por e-mail quando ele muda, em vez de você voltar aqui para conferir.
Ver o que o Pro incluiDerivados de petróleo lideram com US$ 555,3 milhões, à frente de fertilizantes nitrogenados (US$ 93,4 milhões) e polímeros de etileno (US$ 74,1 milhões). O total importado, US$ 1,76 bilhão, é modesto frente à exportação e concentrado em poucos itens.
O país funciona como porta de entrada logística da Europa: parte dos US$ 7,00 bilhões que o Brasil embarca é redistribuída para outros destinos do continente. Isso infla o registro bilateral sem que o consumo final seja holandês — ao ler o número, vale lembrar que o destino declarado nem sempre é o mercado que consome.