O que o Brasil vendeu para França e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e França em janeiro–julho 2026 foi deficitária para o lado brasileiro em US$ 822,6 milhões, com exportações de US$ 2,28 bilhões e importações de US$ 3,10 bilhões. O Brasil compra cerca de 1,4 vez o que vende.
A pauta brasileira é de commodities: petróleo bruto (US$ 670,6 milhões), farelo de soja, café, semimanufaturados de aço e celulose. A francesa é de bens de capital e saúde — turbinas a gás lideram com US$ 202,2 milhões, seguidas de partes de veículos, medicamentos e hemoderivados. Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com França, o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com déficit de US$ 1,16bi.
O Brasil vendeu US$ 2,38bi e comprou US$ 3,54bi, em 963 posições SH4 com dado.
O Brasil acumula déficit de US$ 822,6 milhões: exportou US$ 2,28 bilhões e importou US$ 3,10 bilhões. A diferença equivale a cerca de 15% da corrente de comércio bilateral no período.
Óleos brutos de petróleo lideram com US$ 670,6 milhões, seguidos de farelo de soja (US$ 345,6 milhões) e café (US$ 195,4 milhões). Produtos semimanufaturados de aço (US$ 154,7 milhões) e celulose (US$ 125,8 milhões) completam os cinco maiores — toda a pauta é de baixo processamento.
Turbinas a gás lideram com US$ 202,2 milhões, seguidas de partes de veículos (US$ 152,1 milhões), medicamentos (US$ 149,9 milhões) e hemoderivados (US$ 132,6 milhões). Aeronaves aparecem em quinto, com US$ 116,5 milhões — importação de bens de capital e saúde.
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O dado do comércio exterior sai uma vez por mês. No Pro o resumo deste recorte chega por e-mail quando ele muda, em vez de você voltar aqui para conferir.
Ver o que o Pro incluiSão 952 capítulos SH4 com movimento na janela — cobertura ampla da nomenclatura. A importação é bem distribuída: o maior item, turbinas a gás, responde por apenas 6,5% dos US$ 3,10 bilhões comprados.