O que o Brasil vendeu para Indonésia e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e Indonésia em janeiro–julho 2026 registrou superávit de US$ 921,9 milhões para o Brasil, com exportações de US$ 2,39 bilhões e importações de US$ 1,47 bilhão.
A pauta brasileira é de insumo para a cadeia de proteína e têxtil: farelo de soja lidera com US$ 915,2 milhões, seguido de petróleo bruto (US$ 702,6 milhões), algodão e tabaco não manufaturado. Do lado importado predominam óleos vegetais tropicais — óleo de coco e palmiste (US$ 190,6 milhões) e óleo de palma (US$ 135,3 milhões) — além de coque de hulha. Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com Indonésia, o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com superávit de US$ 992,45mi.
O Brasil vendeu US$ 2,67bi e comprou US$ 1,67bi, em 616 posições SH4 com dado.
O superávit brasileiro é de US$ 921,9 milhões: US$ 2,39 bilhões exportados contra US$ 1,47 bilhão importados. A diferença equivale a cerca de 24% da corrente de comércio bilateral no período.
Farelo de soja lidera com US$ 915,2 milhões, seguido de óleos brutos de petróleo (US$ 702,6 milhões), algodão (US$ 203,5 milhões) e tabaco não manufaturado (US$ 145,7 milhões). Os dois primeiros somam US$ 1,62 bilhão, cerca de 68% da pauta.
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O dado do comércio exterior sai uma vez por mês. No Pro o resumo deste recorte chega por e-mail quando ele muda, em vez de você voltar aqui para conferir.
Ver o que o Pro incluiÓleos de coco, palmiste e babaçu lideram com US$ 190,6 milhões, seguidos de coque de hulha (US$ 168,1 milhões), óleo de palma (US$ 135,3 milhões) e partes de veículos (US$ 84,9 milhões). Os dois óleos vegetais somam US$ 325,9 milhões, cerca de 22% da importação.
É complementaridade agrícola: o Brasil vende o insumo proteico que alimenta a criação animal indonésia — US$ 915,2 milhões em farelo de soja — e compra os óleos vegetais tropicais que não produz em escala, US$ 325,9 milhões entre palma e coco. Cada lado fornece o que o clima do outro não entrega.