O que o Brasil vendeu para Tailândia e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e Tailândia em janeiro–julho 2026 registrou superávit de US$ 437,1 milhões para o Brasil, com exportações de US$ 1,96 bilhão e importações de US$ 1,52 bilhão.
A exportação é quase inteiramente soja: o grão responde por US$ 1,06 bilhão e o farelo por US$ 639,0 milhões — juntos, 87% da pauta. Nenhum outro item passa de US$ 40 milhões. A importação é industrial e distribuída: partes de veículos lideram com US$ 215,5 milhões, seguidas de veículos de carga e borracha natural. Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com Tailândia, o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com superávit de US$ 520,71mi.
O Brasil vendeu US$ 2,27bi e comprou US$ 1,75bi, em 679 posições SH4 com dado.
O superávit brasileiro é de US$ 437,1 milhões: US$ 1,96 bilhão exportado contra US$ 1,52 bilhão importado. A diferença equivale a cerca de 13% da corrente de comércio bilateral no período.
Soja lidera com US$ 1,06 bilhão e farelo de soja vem em seguida com US$ 639,0 milhões. Os dois somam US$ 1,70 bilhão, cerca de 87% de tudo que o Brasil vendeu ao país — a terceira posição, minérios de nióbio, cai para US$ 39,9 milhões.
Partes e acessórios de veículos lideram com US$ 215,5 milhões, seguidos de veículos de carga (US$ 70,7 milhões), borracha natural (US$ 67,7 milhões), máquinas de processamento de dados (US$ 64,4 milhões) e aparelhos receptores de rádio (US$ 57,3 milhões).
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O dado do comércio exterior sai uma vez por mês. No Pro o resumo deste recorte chega por e-mail quando ele muda, em vez de você voltar aqui para conferir.
Ver o que o Pro incluiCom 87% da exportação em dois capítulos de soja, o valor que o Brasil vende ao país depende quase inteiramente de safra e de preço do grão. Uma variação de 10% na soja move a pauta bilateral em cerca de US$ 170 milhões — mais do que todos os outros itens somados.