O que o Brasil vendeu para Malásia e comprou de lá em janeiro–agosto 2026: exportação, importação, saldo e os capítulos SH4 mais negociados.
A balança comercial entre Brasil e Malásia em janeiro–julho 2026 registrou superávit de US$ 353,2 milhões para o Brasil, com exportações de US$ 1,35 bilhão e importações de US$ 996,7 milhões.
A pauta brasileira é mineral e agrícola: minérios de ferro lideram com US$ 594,5 milhões, seguidos de minérios de cobre (US$ 182,3 milhões), açúcar, milho e café. A malaia é eletrônica — circuitos integrados (US$ 147,5 milhões) e máquinas de processamento de dados — com óleos vegetais e margarina completando. Navegue pelos capítulos SH4 abaixo para detalhar uma commodity.
No comércio com Malásia, o Brasil fechou janeiro–agosto 2026 com superávit de US$ 419,01mi.
O Brasil vendeu US$ 1,59bi e comprou US$ 1,17bi, em 591 posições SH4 com dado.
O superávit brasileiro é de US$ 353,2 milhões: US$ 1,35 bilhão exportado contra US$ 996,7 milhões importados. A diferença equivale a cerca de 15% da corrente de comércio bilateral no período.
Minérios de ferro lideram com US$ 594,5 milhões, cerca de 44% da pauta, seguidos de minérios de cobre (US$ 182,3 milhões), açúcar de cana (US$ 163,2 milhões), milho (US$ 92,6 milhões) e café (US$ 51,1 milhões).
Circuitos integrados lideram com US$ 147,5 milhões, seguidos de máquinas de processamento de dados (US$ 98,5 milhões), margarina e preparações de gordura (US$ 59,9 milhões), aparelhos de telefonia (US$ 51,1 milhões) e óleos de coco e palmiste (US$ 34,7 milhões).
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O dado do comércio exterior sai uma vez por mês. No Pro o resumo deste recorte chega por e-mail quando ele muda, em vez de você voltar aqui para conferir.
Ver o que o Pro incluiÉ complementaridade entre um exportador de minério e um polo eletrônico: o Brasil manda US$ 776,8 milhões em minérios de ferro e cobre e recebe US$ 246,0 milhões em circuitos integrados e máquinas de dados, mais os óleos vegetais tropicais que não produz em escala.